Este blogue já era. Ano novo vida nova!
Um bom ano de 2008 para todos os que por aqui passaram.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Orquestra Feminina de Guangzhou
Que tal este concerto de fim de ano no Coliseu!!!...
Corram à Ticketline para comprar os últimos bilhetes.
A música é excelente :)
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Natal
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Sexo e chocolate potenciam capacidades cerebrais

O psicólogo cognitivo Terry Horne e o bioquímico Simon Wootton – que escreveram o livro Ensine-se a si mesmo: Treinando o seu Cérebro (tradução literal) – defendem que as escolhas de estilo de vida são cruciais para manter a condição mental no máximo.
«O estilo de vida adequado pode potenciar o poder do seu cérebro», afirma Horne. «O que o seu estilo de vida faz ajuda a criar condições químicas específicas no cércebro», conclui. Horne disse à agência Reuters que o cérebro é mais uma fábrica química do que um computador.
«Podem criar-se condições óptimas no cérebro», defende. «Você não é apenas uma vítima passiva dos seus genes». «O stress é mau para o raciocínio. Assim como o consumo de álcool e cannabis», afirma.
«Carnes e peixes frescos são bons ao pequeno-almoço. Chocolate preto é bom também porque contém muitos químicos presentes no cérebro quando este está a raciocinar bem».
«O estilo de vida adequado pode potenciar o poder do seu cérebro», afirma Horne. «O que o seu estilo de vida faz ajuda a criar condições químicas específicas no cércebro», conclui. Horne disse à agência Reuters que o cérebro é mais uma fábrica química do que um computador.
«Podem criar-se condições óptimas no cérebro», defende. «Você não é apenas uma vítima passiva dos seus genes». «O stress é mau para o raciocínio. Assim como o consumo de álcool e cannabis», afirma.
«Carnes e peixes frescos são bons ao pequeno-almoço. Chocolate preto é bom também porque contém muitos químicos presentes no cérebro quando este está a raciocinar bem».
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Exames de visão grátis para todos

Assim, não há Multiópticas nem descontos de idade que resistam...
Como diz o anúncio, uma boa visão é fundamental...
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erotismo,
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sábado, 1 de dezembro de 2007
Ejaculação feminina !!!
A ejaculação feminina é caracterizada pela excreção de líquidos pelas glândulas de Skene e pela uretra durante o orgasmo. Esse líquido é claro, às vezes viscoso, ralo e geralmente inodoro, varia de 15 a 200 ml. Nem todas as mulheres ejaculam e, mesmo as que o fazem, não ejaculam sempre, ela relacionada à estimulação do ponto G. Considerando o ponto G um homólogo da próstata masculina, podemos entender por que o líquido que algumas mulheres expelem é similar ao do homem, sem conter espermatozóides.
Historia da ejaculação feminina
Embora até hoje ainda muitos afirmam que a ejaculação feminina é uma lenda ou mito, a ejaculação feminina é um fato observado em laboratório e descrito por Aristóteles e na medicina grega da antiguidade, que acreditava que o líquido expelido era importante na fecundação (Cláudio Galeno 131 - 200). A ejaculação feminina está descrita em várias culturas, por exemplo nos rituais tântricos da Índia.
O anatomista italiano da Renascença Realdo Colombo (1516 - 1559) referiu a ejaculação feminina quando ele explicou as funções do clitóris. E o anatomista holandês Reigner de Graaf (1641 – 1673) descreveu a mucosa membranosa da uretra em detalhes e escreveu que "a substância podia ser chamada muito adequadamente de prostatae feminina ou corpus glandulosum(...). A função da prostatae é gerar um suco pituito-seroso, que torna a mulher mais libidinosa. (...) Aqui também deve-se notar que o corrimento da prostatae feminina causa tanto prazer quanto o da próstata masculina". De Graaf associou a ejaculação feminina a glândulas presentes ao longo da uretra. Essas glândulas foram descritas em 1880 por o ginecologista escocês Alexander Skene (1837 – 1900), levando então o seu nome.
Ainda no início do século XX, o meio científico defendeu que a ejaculação feminina seria um sintoma de histeria, somatizado na forma de incontinência urinária.
Em 1926, o médico e sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde (1873-1937) publicou um manual sobre o casamento, onde mencionava que algumas mulheres expelem um líquido durante o orgasmo. Em 1950, o sexólogo alemão-judeu Ernst Gräfenberg (1881-1957) descreveu detalhadamente a ejaculação da mulher em relação ao prazer: "Esta expulsão convulsiva de fluidos ocorre sempre no apogeu do orgasmo e simultaneamente com ele. Se se tem a oportunidade de observar o orgasmo dessas mulheres, pode-se ver que grandes quantidades de um líquido límpido e transparente são expelidas em esguichos, não da vulva, mas pela uretra (...). As profusas secreções que saem com o orgasmo não têm um objetivo lubrificador, pois nesse caso seriam produzidas no início do coito e não no auge do orgasmo."
Análise química do líquido ejaculado
Pela análise química do líquido expelido, mostrou-se que este nada tinha a ver com a urina, e sim assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina. Algumas mulheres de hoje ainda acham que urinam ao ejacular, já que a sensação que antecede a ejaculação é muito semelhante à vontade de urinar. Porém a anatomia também comprova que isso é impossível, uma vez que o músculo pubococcígeo, que se contrai na hora do orgasmo, também é responsável pela contenção urinária.
O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que a lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é produzido nas glândulas de Skene e liberado através das glândulas de Skene e do canal da uretra.
Cultura sexual
Antropólogos relataram rituais de puberdade na tribo batoro de Uganda, onde a ejaculação feminina tem um papel importante num costume chamado "kachapati", que significa "aspergir a parede". Nele, a jovem batoro é preparada para o casamento pelas mulheres mais velhas da aldeia, que lhe ensinam como ejacular.
No Japão a ejaculação feminina é chamada "shiofuki", uma palavra que também é utilizada para a fonte que sai do buraco de respirar no alto da cabeça das baleias.
Todas as mulheres podem ejacular, a questão é que a grande maioria nem sabe que isso é possível, portanto, quando a cultura sexual numa sociedade reconhece a existência ejaculação feminina, um número maior de mulheres desenvolverá essa capacidade. Se algumas mulheres têm mais sensibilidade no ponto G, e uma conjunção de fatores psicológico, biológicos e sociais, o conhecimento do próprio corpo.
Ejaculação no Pornô
Cada vez mais o cinema pornô utiliza esse fetiche de mostrar mulheres ejaculando. São séries e mais séries de filmes que mostram mulheres em seu prazer extremo. Existe também vários sites especilizados no gênero. As principais actrizes desse fetiche tão popular atualmente:
Cytherea (considerada a rainha da ejaculação), Angela Stone, Avy Scott, Briana Banks, Flower Tucci, Nikki Hunter, Tianna Lynn, Dasha, Fallon, Alisha Klass, Annie Body, Missy Monroe, Lily Thai, Ariana Jollee
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Historia da ejaculação feminina
Embora até hoje ainda muitos afirmam que a ejaculação feminina é uma lenda ou mito, a ejaculação feminina é um fato observado em laboratório e descrito por Aristóteles e na medicina grega da antiguidade, que acreditava que o líquido expelido era importante na fecundação (Cláudio Galeno 131 - 200). A ejaculação feminina está descrita em várias culturas, por exemplo nos rituais tântricos da Índia.
O anatomista italiano da Renascença Realdo Colombo (1516 - 1559) referiu a ejaculação feminina quando ele explicou as funções do clitóris. E o anatomista holandês Reigner de Graaf (1641 – 1673) descreveu a mucosa membranosa da uretra em detalhes e escreveu que "a substância podia ser chamada muito adequadamente de prostatae feminina ou corpus glandulosum(...). A função da prostatae é gerar um suco pituito-seroso, que torna a mulher mais libidinosa. (...) Aqui também deve-se notar que o corrimento da prostatae feminina causa tanto prazer quanto o da próstata masculina". De Graaf associou a ejaculação feminina a glândulas presentes ao longo da uretra. Essas glândulas foram descritas em 1880 por o ginecologista escocês Alexander Skene (1837 – 1900), levando então o seu nome.
Ainda no início do século XX, o meio científico defendeu que a ejaculação feminina seria um sintoma de histeria, somatizado na forma de incontinência urinária.
Em 1926, o médico e sexologista holandês Theodoor Hendrik van de Velde (1873-1937) publicou um manual sobre o casamento, onde mencionava que algumas mulheres expelem um líquido durante o orgasmo. Em 1950, o sexólogo alemão-judeu Ernst Gräfenberg (1881-1957) descreveu detalhadamente a ejaculação da mulher em relação ao prazer: "Esta expulsão convulsiva de fluidos ocorre sempre no apogeu do orgasmo e simultaneamente com ele. Se se tem a oportunidade de observar o orgasmo dessas mulheres, pode-se ver que grandes quantidades de um líquido límpido e transparente são expelidas em esguichos, não da vulva, mas pela uretra (...). As profusas secreções que saem com o orgasmo não têm um objetivo lubrificador, pois nesse caso seriam produzidas no início do coito e não no auge do orgasmo."
Análise química do líquido ejaculado
Pela análise química do líquido expelido, mostrou-se que este nada tinha a ver com a urina, e sim assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina. Algumas mulheres de hoje ainda acham que urinam ao ejacular, já que a sensação que antecede a ejaculação é muito semelhante à vontade de urinar. Porém a anatomia também comprova que isso é impossível, uma vez que o músculo pubococcígeo, que se contrai na hora do orgasmo, também é responsável pela contenção urinária.
O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que a lubrificação é feita antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é produzido nas glândulas de Skene e liberado através das glândulas de Skene e do canal da uretra.
Cultura sexual
Antropólogos relataram rituais de puberdade na tribo batoro de Uganda, onde a ejaculação feminina tem um papel importante num costume chamado "kachapati", que significa "aspergir a parede". Nele, a jovem batoro é preparada para o casamento pelas mulheres mais velhas da aldeia, que lhe ensinam como ejacular.
No Japão a ejaculação feminina é chamada "shiofuki", uma palavra que também é utilizada para a fonte que sai do buraco de respirar no alto da cabeça das baleias.
Todas as mulheres podem ejacular, a questão é que a grande maioria nem sabe que isso é possível, portanto, quando a cultura sexual numa sociedade reconhece a existência ejaculação feminina, um número maior de mulheres desenvolverá essa capacidade. Se algumas mulheres têm mais sensibilidade no ponto G, e uma conjunção de fatores psicológico, biológicos e sociais, o conhecimento do próprio corpo.
Ejaculação no Pornô
Cada vez mais o cinema pornô utiliza esse fetiche de mostrar mulheres ejaculando. São séries e mais séries de filmes que mostram mulheres em seu prazer extremo. Existe também vários sites especilizados no gênero. As principais actrizes desse fetiche tão popular atualmente:
Cytherea (considerada a rainha da ejaculação), Angela Stone, Avy Scott, Briana Banks, Flower Tucci, Nikki Hunter, Tianna Lynn, Dasha, Fallon, Alisha Klass, Annie Body, Missy Monroe, Lily Thai, Ariana Jollee
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Elle MacPherson Intimates
Meio de publicidade muito original e verdadeiramente interactivo. E com uma modelo daquelas era de ficar a esbracejar o dia todo :)
Etiquetas:
Elle MacPherson Intimates,
lingerie,
sexy
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